5 de abr de 2017

Obras Incríveis: A Super Ferrovia Britânica [Dublado] Documentário Natio...

Cargas Impossíveis: Novos Destinos [Dublado] Documentário National Geogr...

3 de abr de 2017

Barcos ao Mar filme completo


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11 de mar de 2017

USS George H. W. Bush (CVN-77)


    Um dos fatores mais decisivos para o resultado de uma guerra foi, é e será a Logística, Assim, essa ferramenta utilizada pelas grandes empresas mundiais,é de fundamental para o sucesso em qualquer ramo industrial.
     Em uma guerra, a eficiência das áreas de apoio, isto é, da logística, depende o desempenho das frentes de combate. O planejamento logístico permite a perfeita e eficiente administração das remessas de suprimentos, equipamentos e tropas as regiões conflagradas, através dos meios de transporte: rodoviário, ferroviário, aéreo ou marítimo.
     Os porta-aviões se constituem num dos pilares fundamentais para a eficiência e eficácia logística em um campo de batalha pois, coloca equipamentos de última geração ( os aviões ) em apoio sistemático no front.
     Na Guerra do Golfo Pérsico, o general William "Gus" Pagonis chefiou toda a logística das forças armadas norte-americanas. Com a tecnologia do sistema de localização GPS( Global Positioning System ), Pagonis coordenou a movimentação de suprimentos, garantindo que cada soldado estivesse adequadamente alimentado e equipado para os combates no deserto. Além do mais, com esse sistema orientou os lançamentos de mísseis e aviões baseados em terra e nos porta-aviões.
     Em analogia a isso, as grandes empresas trasnportadoras brasileiras utilizam o sistema "GPS" para efetuarem as entregas da indústria e do varejo por todo território nacional.
     Assim. a finalidade do sistema logístico é controlar e compatibilizar os fluxos de entrada e saída nas áreas de distribuição, suprimentos e produção, referentes as informações ou materiais. Com isso, se obtém o máximo de eficiência dos serviços ao menor custo.
     Voltando ao cenário militar, podemos concluir que, os porta-aviões são de fundamental importância para a eficácia e eficiência da logística no campo de batalha, como também na paz para a segurança das fronteiras marítimas de uma nação. Portanto, é compreensível o investimento que os Estados Unidos fazem na sua força naval, haja vista as suas fronteiras marítimas, no Atlântico e no Pacífico, bem como seu status de nação mais desenvolvida do planeta.

18 de fev de 2017

As oportunidades na logística

logística vem ganhando destaque continuamente no Mercado de Trabalho. Isso se deve à expansão da área dentro das atividades administrativas e operacionais das organizações cujo foco é o bom atendimento a seus clientes, internos e externos, de forma cada vez mais eficiente e com menor custo planejado. Ela cresce não só devido às novas funções, antes de responsabilidade de outras áreas, mas com inovações em seus processos que estão compondo um corpo consistente que, apesar de suas diversas divisões, parece sempre se unir de forma interessante ao início ou ao final de outras atividades logísticas.

A atuação da Logística

A Logística hoje é uma área presente desde o importante apoio aos projetos de marketing e viabilização de novos produtos, seguindo seu fluxo com ênfase na distribuição e na armazenagem, chegando até a satisfação dos clientes e nas respostas ambientais demandadas pelo consumo inteligente. É nesse percurso de ponta a ponta que a área funciona ofertando melhores resultados às organizações através do planejamento estratégico, do controle tático, da execução de suas operações e no reinício de um novo ciclo corrigindo eventuais falhas.

O que está em alta na Logística?

Recentemente, no chamado “olho do furacão” da crise que atravessamos, a Revista Exame publicou um levantamento feito com 11 especialistas de diferentes consultorias de recrutamento sobre as 26 carreiras que têm se mostrado quase à prova de crises e com profissionais disputados no Mercado de Trabalho. Destacamos que 10 delas necessitam de conhecimentos acerca de processos logísticos, pois lidam efetivamente com redução de custos, viabilização de projetos e prospecção de novos negócios. Na Logística, na ordem da pesquisa, destacaram-se mais 6 profissões: em 6º lugar na área de compras e suprimentos, 15º gerente ou diretor de planejamento de operações (e vendas), 16º consultor de exportação, 17º consultor de projetos logísticos, 25º gerente de e-commerce para varejo e, em 26º lugar, gerente de processos operacionais/melhoria contínua.
A Logística oferece várias funções bem distribuídas entre suas diversas atividades. Sua concentração maior está voltada às áreas do transporte e armazenagem e a unificação desses serviços prestados por operadores logísticos cresce a passos rápidos no Brasil.

O que é necessário para atuar na Logística?

Após um curso técnico você já estará apto para várias atividades operacionais ligadas, principalmente, às áreas de transporte e de estoques. As áreas que tratam de uma logística mais voltada ao planejamento estratégico vão precisar de uma formação maior a depender de suas esferas (analista, supervisor, coordenador, gerente, diretor…). Durante muito tempo essas esferas foram alimentadas apenas com o conhecimento prático adquirido, mas os processos logísticos vêm tomando novas formas e os níveis de competitividade nas organizações agora exigem profissionais cada vez mais atualizados e receptivos às novas tecnologias.
O perfil de cada profissional, é claro, soma com sua formação. Os perfis mais valorizados estão voltados para a criatividade e proatividade. O mercado recepciona melhor aqueles profissionais que desenvolvem a liderança, que possuem visões estratégica e global, com um bom conhecimento das atividades de sua área e da empresa em que trabalham, buscando novas ideias que possam melhorar seus processos e reduzir seus custos.

Os destaques para o futuro

A velocidade tecnológica vem trazendo mudanças que são mais perceptíveis na área do transporte de pessoas, pois as questões ligadas à qualidade de vida ganham força na indústria automobilística, por exemplo. Porém, não são só carros e ônibus autônomos que vêm ganhando as manchetes, eles já dividem espaço com trens que levitam sobre trilhos, inclusive um com tecnologia brasileira (na UFRJ), e com os projetos dos que levitarão dentro de dutos a mais de 1.200 km/h.
Aeronaves que viajarão rotineiramente ao espaço e os drones que já transportam cargas, nos dão a dimensão do quanto ainda temos que aprender na Logística e do quanto ela poderá oferecer ao mercado, mesmo que muitas dessas profissões ainda sequer tenham sido criadas. Já pensou nisso?
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3 de jan de 2017

Ferrovias pra quê?

Ferrovias pra quê?


O Brasil depende muito do transporte rodoviário para movimentar suas cargas: um transporte caro, poluidor e perigoso. Os números são divergentes entre estudiosos, mas muitos apontam para uma dependência na casa dos 70%, enquanto outros defendem que seja em torno de 60%. Vários países se empenham para diminuir, cada vez mais, o percentual de dependência rodoviária em suas matrizes logísticas. Os Estados Unidos e a Austrália, por exemplo, mantêm esse percentual abaixo de 30%, enquanto a China não passa de 10%. Eles entenderam de forma bem simples que custo alto não combina com competitividade.
ferroviasMuitos historiadores explicam que a história do Brasil não contribuiu para o desenvolvimento de uma logística eficiente e bem estruturada, pois as práticas de monocultura não tinham como fomentar regiões maiores ao ponto de impactar sobre todo o país. No entanto, trazendo o Brasil para os dias de hoje, teríamos que pensar em algo bem diferente para que daqui a algum tempo não estejamos lamentando e ouvindo tentativas semelhantes para justificar o porquê de não ter feito. Essa coisa de ferrovias mal planejadas, insuficientes, bitolas diferentes, trilhos ligando nada à coisa nenhuma e de exclusividade para minérios e grãos, tem que ficar no passado! Há tempos deixamos oportunidades para trás para nos agarrar em vícios difíceis de serem abandonados e parece que estamos fazendo tudo novamente deixando um setor inteiro ao deus-dará.
Sofremos com inúmeros conflitos regionais que tinham a luta armada como principal meio para firmar o caminho da sociedade brasileira, fora as que envolveram outros países, os impactos de guerras mundiais e o domínio militar no país. Sabemos muito bem que isso tirou o foco do desenvolvimento porque muitas de nossas revoluções foram contra nós mesmos. Ao final destas, faltava aquela inciativa de união e investir no país para recuperar o tempo perdido.
Na verdade, quando nos referimos à infraestrutura ferroviária, observamos lacunas enormes nos períodos em que se tentava implantar algo mais significativo. Em muitos períodos a falta de sinergia era notória: parecia que cada um queria construir do seu jeito sua própria ferrovia. Era uma malha de retalhos e isso atrasou muito o setor e seus efeitos permanecem como um entrave bastante significativo.
A 5ª edição da pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), realizada em 2015, mostra que estamos bem distantes de uma mudança necessária em nossa matriz de transportes, embora após 1996, com o início das concessões, o setor ferroviário tenha registrado crescimento de quase 30% do volume de cargas transportadas entre 2006 e 2014. Porém, houve também um aumento das invasões nos perímetros da malha ferroviária que fazem com que a velocidade caia para até 5 km/h em algumas áreas, gerando aumento de custo e ineficiência.
A malha ferroviária brasileira para o transporte de cargas mede 29,7 mil km e possui 279 cruzamentos com rodovias considerados críticos que também diminuem a eficiência através da insegurança. Comparando com os Estados Unidos que possuem extensão territorial semelhante à nossa, são 240 mil km de ferrovias e, para cada mil km2 de extensão territorial, eles têm 32 km de ferrovias, a Índia tem 23 km, a China 20,5 km, a Argentina 13,5 km enquanto o Brasil possui apenas 3,6 km, menos até que o Chile com 9,8 km e México com 7,9 km.
A pesquisa também aponta que seria necessário investir R$ 281 bilhões em 213 obras e construir 72 terminais de cargas para termos um modal que atendesse aos propósitos do país. Contudo, no ritmo atual, seriam necessários 54 anos para realizar esse plano, pois o governo investe em média, apenas R$ 1,4 bilhão por ano perdendo 1/3 do orçamento liberado por falhas no planejamento. A situação só não está pior porque o setor privado, de 2006 até 2014, investiu R$ 33,5 bilhões – quase o triplo do que o setor público investiu.
O extrativismo aumentou nos últimos anos, a agricultura bate recordes de produção, o custo por tonelada transportada em ferrovias é três vezes e meia mais barato do que pelo modal rodoviário e ainda ecoa a pergunta no Brasil: ferrovias pra quê? Talvez seja devido às facilidades que a corrupção encontra na rede rodoviária, não que na ferroviária não exista, mas os canais rodoviários proporcionam uma diversidade de possibilidades: serviços inexistentes ou mal executados, materiais de terceira, pouca durabilidade, uso da máquina pública, desvios de verbas e a magnífica indústria da multa, além da acomodação e aceitação de seus entraves. Se a História explicou os porquês da inconsistência de nossas ferrovias, talvez hoje possamos explicar sua insuficiência olhando para nossas rodovias… De fato, ferrovias pra quê?
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11 de set de 2016