26/09/2014

GRINGS - Integrais Indefinida aula 1

Limite - Cálculo Diferencial e Integral

06. Cálculo I - Limites no Infinito

05. Cálculo I - Limites Infinitos

04. Cálculo I - Limites e Continuidade

03. Cálculo I - Limites Laterais

02. Cálculo I - Definição Formal de Limite

Cálculo I - Apresentação do Curso

17/08/2014

Jornal da Record -23/07/13- Trens do Brasil- Parte 2

Jornal da Record -22/07/13- Trens do Brasil- Parte 1

Trens do Brasil: As Duas Últimas Ferrovias de Passageiros do País

Trens do Brasil


Warren G. Bennis, no seu livro: Desenvolvimento Organizacional: natureza,origens e perspectivas, publicado nos Estados Unidos em 1969, diz: " O desenvolvimento organizacional é uma maneira de agir que capacita a administração a passar a dispor de mais conscientização no que se refere a inovação e à revitalização, de modo que respostas novas e mais inovadoras possam ser desenvolvidas pelas organizações que irão se defrontar com a extraordinária turbulência da próxima década".Ora, Bennis se referiu a década de 1970 e, a Rede Ferroviária Federal S/A-como representante do sistema ferroviário vigente na época- estava inserida nesse contexto descrito por Bennis. Sendo assim, sabemos que as empresas sofrem um processo de desgaste e envelhecimento, necessitando fazer a chamada entropia negativa, desenvolvendo a organização objetivando a inovação e a revitalização. Processo esse que, infelizmente, não ocorreu com a RFFSA por vários motivos entre os quais, destacamos os dois principais: a) Uma Administração Geral( AG ) sem visão estratègica da real importância de um sistema ferroviário nacional integrado, haja vista suas decisões preconceituosas com referência ao sistema ferroviário nordestino, aliado a um corpo de gerentes corporativos( engenheiros) que no nível tático, com decisões anacrônicas, aceleraram ainda mais, a extinção da Empresa; b) A política do Governo Federal em, intencionalmente, sucatear a RFFSA, visando a sua privatização e, também, sem elaborar um Plano Estratégico para o Sistema de Transporte Nacional, integrando a ferrovia a outros modais de transporte.( Enio Garrett)

16/07/2014

Picking - Estantes desenhadas para armazenar caixas individuais e produtos soltos. Sistema indicado para mercadorias que são depositadas e retiradas manualmente.


Picking M7 (Rack Manual)

Picking M7 (Rack Manual)

Sistema de armazenagem de produtos para picking manual seguindo o princípio “homem ao produto”.
Estantes picking dinâmico

Estantes picking dinâmico

Permite o deslizamento das mercadorias sobre plataformas de roletes para garantir a perfeita rotação do produto.
Corredor elevado

Corredor elevado

Possibilita aproveitamento máximo da altura do seu armazém com um corredor ou vários em altura.
Estantes sem parafusos Metal Point

Estantes sem parafusos Metal Point

Se adaptam a infinitos usos e aplicações em seu armazém, escritório, em sua casa...
Cantoneira perfurada

Cantoneira perfurada

Sistema de armazenamento de cargas leves simples e econômico para as mais diversas aplicações.
Fale com um especialista 0800-770-6870

07/06/2014

Fedex MD-11 (+playlist)

Intermodal Crane Doing Its Job at Cincinnati Terminal (+playlist)

Unificação das bitolas nas ferrovias dos Estados Unidos e Canadá

Unificação das bitolas nas ferrovias dos Estados Unidos e Canadá

Rede ferroviária em bitola larga | PAC | Plano de Aceleração do Crescimento

Rede ferroviária em bitola larga | PAC | Plano de Aceleração do Crescimento

A unificação das bitolas nas ferrovias da Europa continental

A unificação das bitolas nas ferrovias da Europa continental

Bitola ferroviária métrica ou larga | Um estudo do ponto de vista econômico - 1

Bitola ferroviária métrica ou larga | Um estudo do ponto de vista econômico - 1

A maior obra ferroviária do Brasil


A Ferrovia do Aço foi concebida no Governo do Presidente Emílio Garrastazu Médici e o Ministro dos Transportes era o Coronel Mário Andreazza.
Contestem isto, bandos de cretinos do PT e dessa corja comunista da esquerda, que vive ocultando e destruindo as realizações dos governos militares, ou melhor dos governos civis-militares.
Aos meus alunos , ex-alunos, amigos e pessoas críveis de espírito, pesquisem sobre as realizações  no campo econômico e social dos governos civis-militares. 

Aerotrem - "o melhor sistema de transporte que o homem jamais pensou em ...

Como são feitos os Trilhos de Trem

Union Pacific - NEW UMAX & EMP Containers (2)

Estrada de ferro White Pass - Yukon

05/06/2014

4º PONTILHÃO FERROVIÁRIO DA FERROVIA DO AÇO. QUATIS RJ.


EIS UM DOS LEGADOS DO GOVERNO DE MÉDICI.

Trem de Minério passando pela Estação da Luz -MRS


A convivência do transporte ferroviário de cargas e de passageiros.

Trem carregado a ponto 8 na alça do Paraopeba p/ Ferrovia do Aço

Visita a Jeceaba-Ferrovia do Aço-Trem de minério partindo após cruzamento.

TREM DA MRS MENDES - RJ (9)

Travessia de SP pela MRS


A atuação da MRS Logística vem demonstrando que a ferrovia deveria ser utilizada de maneira mais racional.
Dependerá de vontade política, para termos um sistema ferroviário competitivo e dentro dos padrões internacionais.
HISTÓRIA DA MRS LOGÍSTICA
Foi constituída em agosto de 1996, assumindo a concessão no dia 1º de dezembro do mesmo ano, após a obtenção por cessão dos direitos adquiridos pelo Consórcio MRS Logística, através do leilão de privatização, realizado em 20 de setembro de 1996, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, pelo valor de R$888,9 milhões.
Os trechos que foram concedidos para a exploração do transporte ferroviário de cargas, são aqueles que pertenceram às antigas ferroviasEstrada de Ferro Central do Brasil, nas linhas que ligam Rio de Janeiro a São Paulo e a Belo Horizonte, bem como a Ferrovia do Aço e aqueles pertencentes à Estrada de Ferro Santos-Jundiaí excluídas, em ambos os casos, as linhas metropolitanas de transporte de passageiros no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Suas linhas abrangem a mais desenvolvida região do país interligando as cidades de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. Além de se constituir no sistema que une os maiores centros consumidores e produtores do país, as linhas da MRS se constituem no acesso ferroviário a importantes portos brasileiros: Rio de Janeiro, Itaguaí e Santos, além de atender ao terminal privativo de embarque de minério de ferro de propriedade da MBR, na Ilha de Guaíba na Baía de Angra dos Reis.
O controle da empresa é dividido da seguinte forma Gerdau 2,37% Usiminas Participação e Logística 19,92% Vale 19,26%, CSN 27,83% e Minerações Brasileiras Reunidas S/A - MBR 20,00%, enquanto outros acionistas detém os 10,62% restantes.1


    Presidentes[editar | editar código-fonte]

    Operação da MRS na Ilha Guaíba


    Nos tempos da Rede Ferroviária Federal S/A - R.F.F.S.A.  a Superintendência Regional de Juiz de Fora-SR.3, em Minas Gerais, tinha sob seu gerenciamento a ferrovia do aço e  o transporte ferroviário de minério. É considerado o melhor trecho ferroviário do país e foi privatizado em 1997. Hoje faz parte da malha operada pela empresa MRS Logística. A ferrovia tem raio mínimo de curva de 960 metros e rampa máxima de 1,5%, o que permite uma velocidade máxima de 140 Km/h.
    OBS.: Convém lembrar que, a ferrovia do aço teve seu projeto iniciado no Governo de Médici, nos idos de 1973, o qual não foi concluído mas, deixou grande parte da malha ferroviária pronta e que serviu de base para o atual desempenho  da MRS Logística. O  governo petista tenta sempre ocultar os feitos positivos das administrações civis-militares que ocorreram no Brasil. Nessa época, o coronel Mário Andreazza, ministro dos transportes, teve uma atuação soberba a frente de sua pasta.

    Operação da MRS na cremalheira


    CONSIDERO A MELHOR FERROVIA DO PAÍS, HERDEIRA DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE JUIZ DE FORA - SR.3, - MINAS GERAIS.

    Trem FCA Lutando pra subir rampa que começa no Terminal de Campo Grande


    Como podemos ter uma logística ferroviária competitiva , dentro dos padrões internacionais, se temos vias permanentes desse tipo!
    Permitiram as invasões ao longo da via permanente, em vários trechos, ocasionando acidentes frequentes e  reduzindo a velocidade dos trens.

    Trem de Carga da ALL Subindo a Serra Próximo ao Túnel 27


    É TRISTE VER A CONSERVAÇÃO DESSE TRECHO.
    VISUALIZAMOS  UMA LINHA MISTA:  BITOLA MÉTRICA E UMA TERCEIRA LINHA QUE PARECE SER DE  1,50 METROS. DEVERIA SER DEFINIDO UM PADRÃO  PARA TODO O BRASIL.( O IDEAL SERIA IMPLANTAR O PADRÃO INTERNACIONAL).
    OBS.: UMA DIFERENÇA ENORME  DE QUALIDADE E CONSERVAÇÃO, COM A FERROVIA NORTE-AMERICANA.

    [HD] Trem ALL em Passagem de Nivel de Santa Maria/RS


    VEJAM A PRECARIEDADE DESSA PASSAGEM DE NÍVEL.
    O BRASIL, SENDO UM PAÍS DE GRANDE DIMENSÃO TERRITORIAL, DEVERIA TER UM SISTEMA FERROVIÁRIO COMO "CARRO CHEFE" DO SISTEMA DE TRANSPORTE DE CARGAS NACIONAL.
    É NECESSÁRIO UMA VONTADE POLÍTICA PARA REVERTER A ATUAL SITUAÇÃO FERROVIÁRIA  BRASILEIRA.

    Trem da ALL saindo a Estação Jaboticaba - Bento Gonçalves-RS


    Observem a bitola dessa linha, salve melhor juízo, é  de 1,00 metro( bitola métrica).
    Enquanto não se padronizar uma bitola, não poderemos ter uma integração das malhas ferroviárias em nosso país.
    Existem diversas bitolas: bitola métrica( 1 metro);
     bitola de 1,50 metros; bitola de 1,60 metros e até bitola de 1,40 metros.
    OBS.: Existem alguns trechos em que foram colocados uma terceira linha,ampliando a bitola para 1,50 metros, aproveitando a linha existente de 1 metro, É necessário um estudo sério sobre a ferrovia brasileira, para definir de uma vez por todas o sistema ferroviário nacional e integrá-lo aos outros modais de transporte.

    HD - Trem T09 passando em Argemiro Dorneles


    OBSERVEM A CONSERVAÇÃO DA VIA PERMANENTE E A VELOCIDADE DESSE TREM.
    É evidente a falta de investimentos na ferrovia, desde os tempos da extinta Rede Ferroviária Federal S/A ( RFFSA ).Com a privatização das malhas ferroviárias, coube a iniciativa privada a manutenção e conservação das vias permanentes e a criação de novos ramais ferroviários. Entretanto, para a criação de ramais, o investimento é de alto custo e a iniciativa privada não tem interesse de arcar com esse investimento. O Governo vem, modestamente, investindo em algumas regiões através do PAC( Programa de Aceleração do Crescimento),  que  considero um grande engodo para a população, pelo menos nesse segmento. Entendemos que, para desenvolver um sistema de transporte de cargas e passageiros, destinado a alavancar de uma vez por todas o desenvolvimento integrado das regiões brasileiras, é necessário implantar e implementar um Planejamento Estratégico do transporte nacional. Sem isto, são apenas medidas pontuais que o Governo vem tomando nesse segmento da economia nacional.

    Trem ALL passando em Max Bruhns


    Vejam o estado deplorável da via permanente e sua conservação,  neste vídeo da ALL. No Brasil, onde o sistema ferroviário é tratado dessa maneira, é um insulto a inteligência dos profissionais que lidam com Materiais e Logística, falar que o país está desenvolvendo um Logística integrada dos transportes de carga.
    Neste vídeo, visualizamos uma linha de bitola métrica( salve melhor juízo), onde o mato  está se misturando com a brita, numa demonstração de total falta de conservação da via. Nesse tipo de via permanente, o trem não pode desenvolver muita velocidade, acarretando com isso maiores custos logísticos, onerando cada vez mais o produto final.
    Comparem este vídeo da ALL, com os vídeos da Union Pacific e tire  suas conclusões.